Animeka: plataforma de animes do Japão planeja expansão internacional

Animeka / Divulgação

Foi revelado nesta segunda-feira (6) que o Animeka, serviço de streaming japonês focado em animes, planeja uma expansão internacional, via ANN.

O serviço foi lançado em 26 de agosto no Japão em parceria com a Shueisha, my theater D.D., TV Tokyo Toei Animation contando com diversos clássicos e sucessos atuais, além de um projeto para lançamento exclusivo de spin-offs e documentários de diversas obras.

Reprodução.

No Japão, o serviço pode ser acessado através da Apple TV que está disponível em todos os dispositivos da Apple, Chromecast, Amazon Fire TV, Xbox, Playstation e, na maioria das Smart TVs Sony e LG.

O Animeka possui um plano de 450 ienes (cerca de R$21,00) mensalmente e possui um período de teste grátis de 14 dias que dá acesso a todo o catálogo com visualização onlineoffline.

27 respostas para “Animeka: plataforma de animes do Japão planeja expansão internacional”

  1. Kazuma disse:

    Mais outro ?

  2. Ronaldinho Gaucho disse:

    TV Tokyo pelo que me lembre tinha participação na Crunchyroll.

    Acho dificil que um streaming japones se torne um rival da Sony no setor, até porque cedo ou tarde ela é capaz de comprar alguma editora.

    • Matheus Motta Silva disse:

      Tinha mesmo

    • NintenBoy disse:

      Sony não tem dinheiro nem pro troco do pão. Além do que, editora nenhuma se venderia pra lacrelandia da sony. Que venha Animeka pra salvar os fãs ocidentais.

      • Tori disse:

        Você realmente acha que empresas ficam nessa discussão inútil de “ain lacrelandia” no meio de investidores e dinheiro?
        Me pergunto qual vai ser o funcionário, dentro de uma sala de reunião, que irá negar a compra de alguma editora para a Sony Corporation simplesmente por “NÃO PODE, É DA LACROLANDIA”

        Amigo, o mundo real não funciona assim. Empresas funcionam abastecidas de dinheiro, investimento e retorno.

      • Diogo disse:

        Então porque shueisha, vendeu o direitos o Kimtsu no Yaiba, e kaguya sama entre outro titulo.
        E licenciam vários junto com Funimation.
        E só pesam no dinheiro e nada mais

    • PH CP disse:

      As editoras tem uma estabilidade financeira que a Sony não vai conseguir comprar, principalmente agora que mangá e anime tá em ascensão intenacional.

      Já existiu outra iniciativa como essa, também conhecida como o Daisuke, e outras como AnimeLog que se arrasta feito defunto, mas é bem conveniente no Japão.

      • Ronaldinho Gaucho disse:

        Vários estúdios e editoras tem condição financeira ok e ainda sim aceita ser comprados.

        Os animes estão em ascensão, mas quem acaba lucrando mais com isso são as que ficam com os direitos dos animes,tipo por exemplo a Aniplex é quem deve mais lucrar com Kimetsu.

        Por isso esses grandes estúdios nem tem um grande valor de mercado, acho que a Kadokawa vale uns 3 bilhões e ela praticamente tem um “monopolio” das LN no japão.

        • PH CP disse:

          Estúdios sim, mas editoras estão ganhando muito e elas sabem que a Sony não saberia administrar um mercado tão distante assim.

          Eu diria que quem lucra mais com o licenciamentos de animes são as próprias editoras, já que histórias e personagens são deles e eles recebem por todo e cada produto ou uso da marca, meio a meio ou mais que a Aniplex. Falo apenas das editoras mesmo, não dos autores da obra.

          • Ronaldinho Gaucho disse:

            Na verdade não, porque muitas vezes os direitos da marca acaba sendo vendido.

            Quem lucra mais por exemplo com Dragon Ball é a Toei na animação e a Bandai nos games, a Aniplex comanda praticamente tudo em Kimetsu.

            É tipo como era a Marvel antigamente, vendia direitos para um, vendia para outros.

            Só que no caso dos japoneses parece ser pior, não parece ter um número de anos para os direitos voltar, ao menos nunca vi com marcas famosas.

          • PH CP disse:

            O caso dos direitos da Marvel é muito aparte. Eles estavam muito quebrados das pernas e sairam vendendo direitos a qualquer um que quisesse comprar. Não é o caso de Dragon Ball e Kimetsu. A Shueisha ainda tem controle total das duas marcas e muito provavelmente recebem tanto quanto a Toei e a Aniplex. Todo projeto tem que ser aprovado e passado por eles. A Toei até hoje renova o contrato de licença de Dragon Ball por isso “não acaba”.

          • Ronaldinho Gaucho disse:

            O que a Bandai ganha com Dragon Ball é mais de dois terços que a Shueisha tem de receita e olha que só citei uma e ela tem várias.

            Se a Shueisha tivesse controle total delas tava é feita

          • PH CP disse:

            Pode olhar nos sites da Toei sobre Dragon Ball que eles ainda mencionam “Bird Studio/Shueisha” no copyright e executivos da Shueisha nos créditos dos episódios de Super. No verso da capa do Dragon Ball Z Kakarot eles também mencionam Bird Studio/Shueisha e a Toei também, já que eles tem os direitos pra produtos da marca.

  3. Nightwalker disse:

    Hay Caramba

  4. Tales disse:

    depois da compra da CR pela Sony, temos uma luz no fim do túnel

  5. Anduin Lothar disse:

    isso me lembra o daisuke……

  6. Eryk Oliveira disse:

    É que é tipo assim…

    MAIS UM STREAMING?

    É mais negócio a Pluto TV que é gratuita!

  7. Blu3s disse:

    Com esse quase monopólio da Sony sobre animes por aqui pelo ocidente, esse serviço vai ter que chegar com muita bala na agulha…

  8. Pedro Nobrega disse:

    O que mais importa sempre vai ser os animes exclusivos. Mto chato assinar streaming que tem tudo que tem nos outros

  9. Rafinha disse:

    Eles tem Ikkitousen?

  10. Sr. Unlock disse:

    Internacional = Nem pense no Brasil, quando dissem isso é mais: China, Europa, Estados Unidos.

    Infelizmente olham pra cá, e quando olham é bem raramente.

  11. CaioVictorFA disse:

    Otimo, mais concorrência, ainda mais agora com monopólio da Sony quanto a Crunchyroll e a funimation.

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