World’s End Harem: anime recebe reclamações pelo órgão de classificação japonês

Shueisha / Gokumi / AXsiZ / Divulgação

De acordo com o último relatório divulgado pelo comitê japonês BPO (Broadcasting ethics & Program improvement Organization cuja sigla seria algo como “Organização de ética Televisiva & melhoria de Programação“) referente à opinião de telespectadores sobre conteúdos de radiodifusão exibidos no Japão, críticas tem sido feitas à transmissão do anime World’s End Harem (Shuumatsu No Harem), em especial referentes à proposta trazida pela série.

Entre algumas das reclamações que mais repercutiram entre internautas japoneses, foi declarado por um dos que recorreram ao serviço que se viram pegos de surpresa ao descobrir que o filho adolescente estava assistindo tarde da noite às escondidos o anime, que de acordo com a pessoa que fez a reclamação, nem mesmo devia estar sendo televisionado. Outros usuários chegaram a criticar a proposta da trama da série de forma mais severa, declarando que o anime era misógino por colocar mulheres como “máquinas de produzirem filhos”, e não abordar de forma responsável o uso de métodos contraceptivos e assédio em meio às situações voluptuosas do programa, e declaram que chegaram a considerar a produção “repulsiva” mesmo com a censura em algumas cenas.

Na história de World’s End Harem, que está disponível na Crunchyroll, o protagonista Reito é colocado em um tratamento de hibernação para curar uma rara doença e ao despertar, descobre que é um dos cinco homens que restaram na Terra após uma pandemia ocasionada pelo vírus “Mata-Macho”, que exterminou a população masculina praticamente inteira do planeta, tendo agora como missão se reproduzir com mulheres para repovoar o mundo criando filhos homens imunes ao estrago causado pelo vírus.

Vale destacar que no relatório houve até o momento apenas as opiniões de telespectadores, e o órgão ainda não se posicionou oficialmente sobre o assunto.

18 respostas para “World’s End Harem: anime recebe reclamações pelo órgão de classificação japonês”

  1. GesichtLee disse:

    Não entendo esse anime passar na TV e no Crunchyroll, é um conceito bem estúpido e deveria estar “naqueles sites” mesmo.

  2. Yuri disse:

    se japonês acha ruim, então automaticamente é bom aqui

  3. Squall disse:

    “Outros usuários chegaram a criticar a proposta da trama da série de forma mais severa, declarando que o anime era misógino por colocar mulheres como “máquinas de produzirem filhos”, e não abordar de forma responsável o uso de métodos contracepctivos e assédio em meio às situações voluptuosas do programa” – Qual anime/manga do gênero Harem é diferente disso? Normalmente o sexº oposto ao do protagonista é sempre tratado de forma rasa nesse gênero, bastante objetificada (tanto no harem masculino, quanto no feminino). É basicamente um gênero feito pra explorar uma fantasia adolescente, normalmente abusando da hipersexualização dos personagens. Não dá pra esperar muito.
    Será que alguém em sã consciência viu a sinopse desse anime, e as ilustrações do mangá, e em algum momento pensou: “Será uma discussão interessante sobre o existencialismo, debatendo a postura de liderança da mulher quando alçada a posição de poder sem as amarras da sociedade masculina para contê-la!”?. Tava bem na cara desde o início que isso seria o tradicional besteirol sexualmente sugestivo que sai todo ano aos montes!

  4. Tafarel Pedro disse:

    Quando o anime é malicioso nem adianta por censura tu se sente vendo um [email protected]$ai o tempo todo kkkkk

  5. NintenBoy disse:

    Moral da história: Pais descobre que o filho é otaku safado e ficam nervosos, coisa normal por lá. E descobrimos que existe meia dúzia de feministas atoa por lá também. No final isso nem deveria ser notícia. O anime fica chato com o tempo.

  6. Allan Martins disse:

    Mano como queno mundo tá chato velho, reclamam de tudo cara! Bom, primeiro que esse não é o primeiro e não vai ser o último anime harém e eccchi, sempre teve anime assim e ninguém nunca encheu o saco.
    Segundo esse é o tipo de anime que normalmente é feito pra vender blue-ray e bonequinho, não pra exibir em TV.
    Terceiro eu sou a favor de criar um serviço de streaming próprio pra esse tipo de conteúdo, +18, sem censura e sem frescuragem.

  7. doko disse:

    É uma ideia inovadora, mas essas pessoas que não gostaram poderiam, assim… tentar não assistir. Desculpa pela sugestão.

  8. pg disse:

    “que se viram pegos de surpresa ao descobrir que o filho adolescente estava assistindo tarde da noite às escondidos o anime”

    descobriram que o filho é um adolescente saudável e normal?

  9. Juarez Joestar disse:

    Pra mi esse anime nem deveria esta na tv, deveria esta na categoria [email protected] e ser vendido em Blue ray.

  10. Rafinha disse:

    Sinceramente. Esse anime começou mal e vai terminar mal. deveria sair em PPV ou em OVAs. sei lá… más esse animê esta se arrastando pro conseguir ter uma identidade ou uma linha de história com mais qualidade mas até agora só esta conseguindo polêmicas.

  11. Davi disse:

    Ué, os homens do anime são basicamente produtos de reprodução também…

  12. Juarez Joestar disse:

    Acho engraçado q esses lacradores reclama do anime, mas eles polemiza tanto q esses animes porcaria acaba ficando famoso, dar aquele efeito chaves ta ligado, q era pra da errado, acaba fazendo sucesso, exemplo aquele anime da mina do cabelo loiro pessoal ficou enchendo saco dos e©chi do anime, fui ver aquela porcaria, não vi nada demais nem na historia e muito menos nos e©chi, so vi um anime nota 7, bem ok, fazendo sucesso por causa dessa galerinha da lacração q ficam fazendo alarde.

  13. Roxies2 disse:

    Bom ver que o povo japonês está mudando seu conceito e criticando esses tipo de material. Na era do streamings isso jamais deveria passar na TV. Principalmente lá que tem uma cultura de Blue Ray bem presente

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