Análise Vigilante: My Hero Academia Illegals – O começo da coleção

Por Matheus Chami em

ANMTV / Editora JBC / Divulgação

Neste mês de julho, a Editora JBC retorna com seus lançamentos e trás para os leitores o spin-off Vigilante: My Hero Academia Illegals, considerado por muitos um dos grandes acertos da franquia por abordar temas que não ganham destaque na série principal.

Nessa história, o jovem Koichi Haimawari (que mais tarde será apresentando como The Crawler) se mudou para uma nova cidade para tentar a sorna faculdade, fazer amigos e ingressar no curso de heróis. Mas a vida reservava outros planos para o jovem rapaz. Como nasceu com um dom diferente dos demais, nunca teve a chance de aprimora-lo com seus colegas ou encontrar alguém que pudesse lhe ensinar como usar sua aptidão da maneira correta.

ANMTV / Editora JBC / Divulgação

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Porém, isso nunca impediu ele de ajudar as pessoas da vizinhança e seguir com seu ideal, mostrando como os grande heróis como All Might podem inspirar todas as pessoas. Com isso, ele acaba se metendo em várias encrencas e acabou conhecendo sua parceira Pop Step (Kazuho Haneyama) e seu mestre, o Knuckleduster (Iwao Oguro), formando uma aliança para tirar os vilões das ruas e proteger os cidadãos até os profissionais aparecerem. Sem serem presos é claro, já que todos estão atuando sem licença.

Trazendo uma história mais mundana e “pé no chão”, a dupla Hideyuki Furuhashi (história) e Betten Court (desenho) se apropriam do universo estabelecido de My Hero Academia para criar uma história divertida e carismática sobre personagens que querem encontrar seu papel no mundo, sem se esquecer se inserir no universo e fazer referencias aos personagens que fazem parte de ações urbanas juntamente com a polícia.

ANMTV / Editora JBC / Divulgação

A edição brasileira feita pela editora, mostra como a mesma aprendeu com o tempo e trazer novos detalhes para as capas e contracapas de cada edição, trazendo o contraste de cores feito no Japão, para diferenciar o spin-off de sua obra principal. Aumentando o formato do mangá e alterando o design da lombada, deixando mais atrativo e retornando com os brindes a cada edição.

Apesar das qualidades em sua impressão e com a adição de 1 marca páginas novo em todas as edições, o título começou a ser veiculado num período complicado para os amantes de mangás e mesmo com descontos durante a pré-venda (que ainda permanecem em algumas lojas), muitos não podem bancar uma nova coleção ou ao menos mantem aquelas que já estão comprando há alguns anos devido ao reajuste de preço que estamos tendo.

Por serem lançadas em duplas, alguns podem ficar na duvida na hora de começar a se aventurar no mundo dos Vigilantes, mas caso tenha condições e não faça falta nesse momento, essa é uma história perfeita para dar boas risadas, ver o mundo criado por Kohei Horikoshi por outros olhos e se divertir com esse trio totalmente aleatório que acabou se transformando numa grande família.

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