Análise Jujutsu Kaisen: Batalha de Feiticeiros Vol. 1

Por Matheus Chami em

ANMTV / Editora Panini / Divulgação

Sendo lançado próximo a estreia de seu anime, a Editora Panini trouxe para o mercado o mangá de Jujutsu Kaisen: Batalha de Feiticeiros, uma nova obra publicada pela Shueisha no Japão que ainda não tinha dado as caras em nossas terras.

Sua história se baseia na ideia em que maldições podem aparecer em todos os lugares, dependendo da quantidade de emoções que as pessoas manifestam, ela pode se ocultar nas sombras e absorver o resto da energia liberada ou simplesmente devorar seu emissário.

Por conta disso, nasceram os “Feiticeiros Jujutsus”, humanos capazes de controlar essa energia e manipula-la de contra as maldições que aparecem ao redor do mundo, trazendo assim um pouco de paz e tentando evitar inúmeros homicídios sem explicação.

ANMTV / Editora Panini / Divulgação

Nesta trama, acompanhamos a jornada de Yuuji Itadori, um ser humano comum que tem uma força sobre-humana e acaba se deparando com uma terrível maldição atacando seus veteranos, se vendo em uma situação de vida ou morte caso não entre em ação.

Ao decorrer da leitura, o autor cria pontos narrativos interessantes, que em conjunto com seu traço, prendem sua atenção. Relembrando o começo de Bleach, onde vemos Ichigo sendo forçado a se tornar um Shinigami para proteger sua família sem saber ao certo as consequências.

ANMTV / Editora Panini / Divulgação

Em sua versão brasileira, a editora optou por manter a obra em seu formato “padrão” com uma impressão satisfatória no papel offwhite, contendo um marca páginas de brinde, mas com poucas variações na capa e contracapa. Deixando sua linha gráfica um pouco enjoativa com o passar dos dias.

Apesar de ter cores marcantes, o primeiro volume não contou com nenhuma página colorida, dificultando a visualização de algumas partes da história, já que ela retrata bem a ideia do ocultismo e utiliza vários elementos com tons escuros para simboliza-lo.

Num resumo geral, a trama de Gege Akutami deve agradar a muitos com sua mescla entre tensão e comédia, onde podemos ver uma belíssima arte rica em detalhes a cada página. Mas, pode pesar um pouco no bolso na hora de escolher, já que ela se encontra no volume 12 no Japão e ainda não tem previsão de termino.

Ficando na mãos dos leitores se vão ou não começar a coleção, já que ele poderia ganhar uma edição um pouco mais caprichada para dar vazão ao tipo de arte que carregada, mas está sendo tratado como mais um título do acervo da empresa.

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