Análise | High Guardian Spice | Vale a pena assistir?

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Recém chegada ao catálogo da Crunchyroll, a animação High Guardian Spice tem amargado em sua semana de estreia uma pontuação que, até o final desta edição, mal consegue chegar a duas estrelas dentro da plataforma. Algo preocupante, tendo em vista que o título é uma produção original do serviço de streaming de animes. Mas será que a animação merece mesmo todo esse negativismo recebido?

Para quem ainda não ouviu falar da animação, a sinopse de High Guardian é basicamente a seguinte: A vida de quatro corajosas garotas converge na Academia High Guardian, o lugar onde elas poderão trilhar o pedregoso caminho da vida adulta enquanto se tornam parte das heroínas que tanto admiram. Dominando as artes da guerra e da feitiçaria, o quarteto firma alianças, desvenda legados, encara traições e descobre suas próprias identidades, enquanto se preparam para proteger o mundo de uma sombria ameaça.

É bem verdade que alguns pontos técnicos podem dar aos usuários mais ferrenhos da Crunchyroll motivos para adquirir uma certa da birra de High Guardian Spice. No entanto, muito se engana quem pensa que o desenho animado não tem nada a entregar. Na verdade, a obra de Raye Rodriguez, por mais que beba de várias animações bastante conhecidas e apresente traços em cartoon que lembrem bastante uma ou outra produção anterior, ainda assim consegue elevar o nível do jogo se comparada com suas concorrentes, ao acrescentar em sua composição, por exemplo, um tom ligeiramente mais violento em suas cenas de combate. Apresentando excelentes cenas de batalhas regradas a cortes explícitos, flechadas na cabeça, facadas e diálogos que não temem em apresentar pedidos de morte, a animação – dentro de seus parâmetros –  faz jus ao aviso presente no início de seus episódios – ainda que tais advertências não apareçam em quase todos os animes tão ou mais violentos da plataforma e soem, num contexto macro, um tanto quanto contraditórias.

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Mas esta abordagem mais violenta, de fato é um verdadeiro trunfo nas mãos de sua equipe produção, pois com isso, High Guardian aparenta não fazer caso ao ser comparada com outras produções como She-Ra e as Princesas do Poder, Steven Universo e Litte Witch Academia. Na verdade, é como se a obra tivesse feito questão de levar a sério o “Spice” de seu título e construído em um grande caldeirão, a sua identidade com pequenas pitadas de outras produções contemporâneas. Um reflexo disso pode ser visto logo em sua abertura, a trilha, na voz Windy Wagner, possui um estilo sonoro que facilmente poderia ser visto em produções mais antigas como “Cavalo de Fogo”.

E por falar em sonoridade, no que diz respeito a composição técnica do título original da Crunchyroll, sua trilha sonora cumpre bem o papel de imergir o espectador nas aventuras de suas personagens. Ainda que a dublagem da animação possa soar extremamente caricata nos minutos iniciais de seu episódio de estreia, não demora muito para a mesma se estabilizar, principalmente em seus momentos de comédia, e a sensação de incomodo logo desaparecer quando outros pontos como a ambientação de várias locações passageiras, e fundos bem desenhados surgem ao longo da saga das personagens principais – que por sinal, possuem nomes bem incomuns de se acostumar rapidamente.

Outro aspecto positivo de High Guardian Spice – e nesse caso, essencial -, é que suas personagens principais são uma delícia de se acompanhar, visto que suas construções são muito bem trabalhadas. Logo de cara já somos introduzidos a uma protagonista que possui questões pessoais a serem tratadas, tal qual suas companheiras que, em seus respectivos núcleos, precisam lidar com problemas como relacionamento parental, descobertas sobre si mesmas, questionamentos a respeito de educação familiar e entre outros temas interessantes. Os coadjuvantes da animação também possuem um certo destaque, isso porque tamanha é a personalidade destes, que mesmo em poucos minutos de tela, é possível se deixar levar pelo carisma de cada um e querer ver mais deles durante os episódios seguintes. Até os figurantes, que sequer possuem falas, são usados com um cuidado milimetricamente pensado e divertido. Desde a abertura até quando estamos inseridos no ambiente escolar da obra, quem é expulso da escola realmente não é mais visto e ao olhar pros corredores em alguma cena no ambiente escolar, vez ou outra o espectador encontra um rosto familiar.  Já os momentos de comédia, no geral, funcionam muito bem, assim como os instantes de batalhas que entregam uma animação razoavelmente fluida e com direito a alguns momentos bastante agoniantes.

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De um modo geral, High Guardian Spice está longe de ser uma revolução no mundo das animações, mas não deixa ser uma boa aposta feita pela empresa laranjinha. Na verdade, sua presença dentro do contexto da plataforma Crunchyroll só evidencia mais os novos rumos que o serviço tem optado por seguir. Não apenas por sua preocupação em incluir outros grupos como a comunidade LGBTQIAP+ e suas pautas sociais, como também por apostar em novos estilos de animação afim de expandir sua influência no mercado de streams, tal como outras plataformas como Netflix e Amazon prime, que também possuem, em seus respectivos catálogos, animações originais das mais diversas naturezas contrastando entre si e as series live-action. Um caminho, que para quem está inteirado sobre mundo das grandes empresas do entretenimento, aonde o lucro é o que importa, já era algo que poderia ser esperado mais cedo ou mais tarde, mas que para o consumidor mais ingênuo e limitado, seria um absurdo perante sua “proposta original” de apenas disponibilizar animes.

Resta torcer para que a plataforma não dê pra trás em sua ousadia e desenvolva mais High Guardian Spice em novas temporadas ou, pelo menos, feche os finais abertos em uma segunda e última parte.

High Guadian Spice possui uma temporada de 12 episódios e está disponível no Brasil pela Crunchyroll, com legendas em português.

*As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor e não remete necessariamente a posição do ANMTV*

44 respostas para “Análise | High Guardian Spice | Vale a pena assistir?”

  1. Matheus Motta Silva disse:

    Aquelas coisas, otaku não gosta de “sjw”, mesmo se isso fosse uma obra prima, ainda receberia classificação ruim na plataforma

    • Rand Al Thor disse:

      Não é errado dizer ”Desenho certo na plataforma errada”

      É como eu disse, faltou a Crunchyroll conhecer o próprio publico, pois se ele paga Crunchyroll ele quer ver obras orientais. É tão lógico… Se isso fosse produzido no Japão, eu duvido que teria a rejeição que teve, pois Little Witch não teve rejeição nenhuma.

  2. Rand Al Thor disse:

    Cara, acredito que quando um assinante paga pela Crunchyroll, ela quer este dinheiro seja investido e ajude a indústria japonesa de animação. E então a merda começa pelo fato de que além da Crunchyroll não conhecer o próprio publico, o fato de ter uma pessoa MUITO polarizada na produção piora mais ainda a questão.

    A polarização existe, e então a produtora diz que ”homens são lixos”, e mano… é fodah quando tu fala isso, porque o homem que paga para ver, tá vendo seu dinheiro indo para alguém que te odeia. E cara, é a pior merda que você como produtora pode fazer, pois independente do que tu faça, teu trabalho foi bancado por um monte de homem, quer você queira ou não. E então, estes homens raivosos estão contra você e farão de tudo pra te derrubar, e é isso que está acontecendo. Eles não vão se preocupar em assistir ou não. Eles vão ver esta obra como a obra de alguém que te odeia.

    Enfim, Little Witch Academia existe e é adorado por todo mundo tendo a mesma premissa das amigas bruxinhas. O problema não é ter protagonista mulher, ou ter várias mulheres, ou ter inclusão. O problema é a quebra de expectativa, e a falta de conhecimento do próprio publico por parte da Crunchyroll. Ocidental que paga Crunchyroll não quer ver animação ocidental. Ele quer o dinheiro sendo investido no Japão, e não em quem chama ele de lixo e um ótimo exemplo é Fena: Pirate Princess. É um original da CR (parceria com a Adult Swin) e tem 4,5 de aprovação no Crunchyroll.

    Sobre a animação, eu assisti. É uma animação bonita, colorida e bem desenhada. Se eu tivesse 12 anos e estivesse passando na Cartoon eu provavelmente pararia para assistir. É uma obra bem infantil, fofa, animada. Até agora, no episódio 7, não tenho nada do que reclamar, mas repito: Entendo perfeitamente as criticas referentes ao fato de que: Ninguém pediu por isso, e ninguém pagou a mensalidade pedindo por algo assim.

    • Anubis_Necromancer disse:

      Cara, nem tanto nem tanto.
      Uma coisa é usar uma obra pra “lacrar”, mas hoje em dia isso não tem mais sentido de ser uma desculpa.
      Outra, a obra é boazinha, mediana, nada muito “inovador” ou “inesperado”, como muitos achavam ou que fora vendido como tal (coisa que a obra no trailer não demonstrou isso), é só o mais do mesmo de um “nicho” ir pra uma escola/colégio interno que vá ensinar uma arte que ela deseja ou que sonhe em se tornar.
      Nisso, uma caralhada de animes e cartoons tem.
      O lance é que culpam ele por ser um cartoon numa plataforma de animes, coisa que se formos ver, não é um fator pra baixa nota, já que se procurar bem Onyx Equinox, que é um cartoon patrocinado da plataforma, tem 4 extrelas.
      O hate do anime é justamente por ser feito por uma feminista que já declarou, veja bem o tempo do verbo, coisas que desagradou um público que representa parte grande da plataforma, no caso o masculino.
      Logo a nota, como vemos hoje em dia, é feita não pela qualidade do trabalho, mas pelo hate que a pessoa tem em determinada pessoa.
      Pega Os Eternos por exemplo, o hate da obra por ser “lacradora” é visto pela nota dada, e não pela qualidade da obra.

  3. Ramon Dom disse:

    Texto tão genérico quanto a proposta desse “””anime””””” (mais um Steven universo).

    Eu acho que a recepção negativa tá até pouca, o recado tem que ser dado

    • Caio disse:

      Achei meloso de mais, não consegui assistir todo o episódio 1, muito meloso, além do desenvolvimento lento. Steven Universo é melhor que esse aí. Acho que é uma obra errada, na plataforma errada. Podiam ter investido no, Equinox, anime dos Deuses Maias, aquele é bom.

  4. Fresh Prince of Namek disse:

    Eu queria ter gostado da série, mas foi um sofrimento assistir o primeiro episódio. Um monte de nada acontece feijoada por quase 20 minutos, apresentam um monte de personagens da forma mais rasa possível e esfregando o passado trágico na sua cara quando você mal sabe o nome o nome da protagonista, sem mencionar a péssima edição de som. Os atores falam pra dentro e não tem atuação nenhuma, eu acredito que as protagonistas sejam crianças, mas tem as vozes de mulheres de meia idade.

    Se eu continuar assistindo, vai ser pelo meme.

    • Allan Martins disse:

      Se tivesse sido dublado em português, com nossa excelente dublagem o desenho seria mais assisitivel, o lance é que os próprios criadores fizeram até a dublagem, sim a Raye fez um personagem e ela não é dubladora.

  5. Blu3s disse:

    Estou na metade dessa…animação, e apesar de ela não ter conseguido me convencer até agora (acho até que ao fim nem vai…), o que eu fico feliz de ver em uma crítica como essa é que ela pelo menos se baseia no que foi assistido e não puramente nos ANTECEDENTES de tudo que levou até essa obra. Teve ao menos uns dois sites que frequento os quais ao divulgarem notícias que saíam sobre ela, sempre o faziam de forma tendenciosa para o lado negativo. Sem falar que eu não diria que ela é um completo lixo, mas sim que chegou na plataforma ERRADA, com um marketing ERRADO e dirigida ao público ERRADO, algo semelhante ao que ocorreu talvez com o filme Aves de Rapina. O que eu diria é que há animações na própria plataforma e em outros streamings que são bem mais competentes do que High Guardian Spice naquilo que se propõem, e sem estarem envoltas em polêmicas com o público e por isso acho ela tão fraquinha.

    • Allan Martins disse:

      Exatamente, concordo com você, se tivesse ido pra Netflix essa série teria feito sucesso, mas eu tenho certeza que agora que foi esse fracasso eles não vão culpar a si mesmos e sim chamar o público otaku de machista e LGBTfobico.

      • MeGaNiNjA disse:

        Nem adianta usar esse argumento quando se tem uma obra parecida (Little Witch Academia) que muitos fans amam e cultuam até hoje

      • Luciano Nascimento disse:

        Olha, não dá pra negar que tem Otakus machista, muitos não vão assistir e já vão ar dislike na obra sem ver, por causa de uma mulher babaca na produção, até agora ninguém pediu a remoção dela pra não ficar a obra manchada, pelo menos não encontrei nada relacionado, quanto a dublar a animação, não é fácil, Shield Hero só saiu faz pouco tempo e quase também não teve público

  6. Kenji disse:

    Fora o óbvio fato de que o dinheiro da assinatura premium dos membros da Crunchyroll tá sendo usado para bancar um pseudo-anime baseado em quadrinho de Tumblr (sim, acredite ou não, essa obra inteira foi baseada literalmente num quadrinho de Tumblr), eu admiro quem conseguiu ver pelo menos dois episódios desse tranco.

    Eu tentei dar uma chance justa, e embora não seja ruim, é muito genérico e sem sal. Acabei dropando no meio do segundo episódio porque a série simplesmente não me despertou interesse o suficiente para continuar assistindo o resto.

    Sou membro da comunidade LGBT, não sou membro assinante da Crunchyroll, mas se fosse, até eu ficaria puto que meu dinheiro tava sendo usado não para trazer anime de qualidade, mas para produzir uma coisa tão meh e desnecessária quanto essa.

    • Chucky Bolado disse:

      Estou esperando a dublagem em Português

    • Anubis_Necromancer disse:

      Eu vi a temporada toda, e o que me veio a cabeça é o meme de naruto.
      Ela é mediana, genérica até demais, mude a classe ou nome dos personagens e terá algo visto em Owl House ou mesmo Harry Potter ou Clube das Winx.
      O lance é que muita gente a julga por causa da produtora, ou mesmo não ter investido numa obra melhor ou inovadora (coisa que Onyx Equinox, da mesma plataforma o fez).
      Alias, independente de onde tenha vindo a obra, como o Legend of Vox Machina, que foi baseado num podcast de rpg, se bem trabalhada, ela pode ser uma boa obra.
      Logo ela ter vindo do Tumblr, não é desculpa.
      (Se tivesse pensado nisos antes, teria feito igual XD)

    • MeGaNiNjA disse:

      Tem muita gente pistola com o fato que em vez de financiar animadores japoneses em geral (independentes ou não) acabaram financiando isso
      Bastante gente falou que tava tão frustrada que ia voltar a ver animes por meios não legais só pra não financiar o CR

      • Luciano Nascimento disse:

        Porém no próprio diz que era para ter sido lançado lá em 2017, mas não sei quanto ao animadores, sendo já tendo como trazer de seu próprio país ou até contratar na China (onde é mais barato), fica a dúvida, assisti 6 epi mas achei bem infantil, está óbvio que não é para mim!

    • Luciano Nascimento disse:

      Então, fica difícil, achei infantil, para quem é novo é bem legal, mas para quem já assistiu de tudo com minha idade já não tem mais efeito, porém senti que o povo se juntou para dar ódio gratuito, pq é bem parecido com Steve Universo, porém não achei sobre o Tumblr como vc citou (se puder me mandar, seria bom), porém não acho ruim se for bem usado, como a pixar já fez em UP – altas aventuras (dizem que ele pegaram um conceito de animadores amadores), porém vou dar uma chance por mais episódios, só vi dois, porém como disse ele é bem para crianças

  7. Mystician disse:

    Tão fazendo análise propaganda ou só quer click mesmo? Não tem defesa pra esse fanfic da crunchyroll.

    • King Strife disse:

      Francamente eu não consigo gostar dessas matérias especiais que o site faz (normalmente acompanho o site só pelas notícias de novidades mesmo) muitas vezes a escrita é feita sem profissionalismo como foi o caso da “influência” das garotas mágicas (associando elas apenas com o conteúdo lacrador de hoje e moda de roupas horríveis).

      • Blu3s disse:

        Mas o que seria exatamente o “profissionalismo” ao se escrever um texto com base em opinião?

        • King Strife disse:

          É que o povo que escreve os artigos no site não são críticos profissionais, apenas pessoas que gostam de tal assunto e falam o quanto amam tal coisa, o que não é uma coisa boa, pois isso pode levar pessoas com pensamentos iguais e mais imaturos a usar isso como forma de defender e esfregar na cara dos outros que não gostam de tal coisa de forma rude.

      • Luciano Nascimento disse:

        Eu achando que em 2021 o pessoal não ia mais usar a palavra “lacrador”, principalmente por causa do desenho, o texto mesmo diz que não é dos melhores, apenas legal.

  8. Juarez Joestar disse:

    Esse desenho americano disfarçado de anime e um lixo, ta loko quem produziu essa merda.

  9. fundashi666 disse:

    Esse desenho é um lixo tanto em animação quanto a ideologia feminista feita por feminazis

  10. Allan Martins disse:

    Eu assisti os 3 primeiros episódios e o desenho é legalzinho, mas bastante genérico, lotado de lacração e não tem dublagem em português. Só acho que flopou pq foi pra plataforma errada, se tivesse ido pra Netflix pode esperar que iria pro top 10 e ficar umas 3 semanas suave lá.

  11. Sakeh disse:

    Só eu achei essa parte meio pedante? Tipo, se a proposta do serviço é um streaming de animes, eles vendem como tal e o publico o assinou por essa razão, é lezar o consumidor usar o dinheiro dele pra sair do conteúdo prometido.

    Um caminho, que para quem está inteirado sobre mundo das grandes empresas do entretenimento, aonde o lucro é o que importa, já era algo que poderia ser esperado mais cedo ou mais tarde, mas que para o consumidor mais ingênuo e limitado, seria um absurdo perante sua “proposta original” de apenas disponibilizar animes.)

  12. MeGaNiNjA disse:

    Só de falar que o ponto positivo dessa copia óbvia de Little Witch Academia é ser edgy, já fico meio meh com relação a serie como todo

  13. Victor paiva disse:

    Eu gostei bastante

  14. Leonardo disse:

    Manda esse Cartoon Animezado lá pra Netflix, lá o povo gosta de tudo, sem frescura de achar que um estilo é melhor que outro, ou que não se pode mesclar dois estilos, e o pior são esses jovens aspirantes a Bolsonaristas, que triste.

    • Sakeh disse:

      Não apoiar uma produção que foge do foco do serviço + uma das pessoas envolvidas é uma daquelas q odeiam homens e pregam q somos lixos e deveríamos morrer = Bolsonarista?

      Ué?

      • Leonardo disse:

        O criador dessa animação é um homem trans, a pessoa que você tá falando aí é a roteirista, algumas declarações dela são de anos atrás, e ela sabe que falou bobagens, foi a mesma coisa que aconteceu com James Gunn (lembra?), e ela hoje é casada com um homem, eu sigo o Twitter dela, falaram muitas mentiras, a extrema direta, a mesma coisa que a extrema esquerda fez com James Gunn, extremistas trazem fake news e controlam pessoas como você, estude, se informe, preste atenção, que você pode conseguir sair dessa bolha de extremistas.

  15. COLJ disse:

    Dos 5 motivos para eu apoiar a pirataria, os quatro primeiros são porque assim eu não dou dinheiro pra Crunchyroll financiar essas porcarias…

  16. edustarman disse:

    Na boa sei que essa produção não foi feita para mim e independente das merdas que uma produtora dessa animação falou, simplesmente a animação não mexeu comigo não me senti atraído ou com vontade de ver, olha que simplesmente amo assistir Winx com minha sobrinha, e sou fã das fadinhas de Winx. Ah não vale pois o criador é homem, então vai aqui os animes orientais que simplesmente amo: Sailor Moon; Sakura Card Captors; Guerreiras Mágicas de Rayearth, Tsubasa: Reservoir Chronicle entre outros, o simples motivo para eu assinar Crunchyrool é que quero ver investimento no tipo de animação que eu gosto que é oriental, portanto literalmente a Crunchyrool não era lugar de High Guardian Spice, em uma Amazon Prime, Netlix ou outra plataforma de streaming, para um núcleo mais abrangente, talvez fosse melhor aceito, sobre criticar por criticar não vou fazer isso, por exemplo Fena: Pirate Princess para mim foi um acerto e casa com o que é prometido pela plataforma, nós otakus não somos de ostracizar ninguém, o que queremos são boas obras com animação e roteiro bem feito, podemos curtir tranquilamente um personagem LGBTQIP+ desde que ele não esteja lá só por ser LGBTQIP+ mas que tenha um conteúdo e um plot legal, se o personagem é bom a ultima coisa que nos olharemos é a [email protected], então não use a bandeira ou carteirada de que otakus são machistas, por que isso é ridículo, gente ignorante e polarizado existem em qualquer comunidade, então se não tem uma obra boa o suficiente para apresentar não culpe o publico pense que o erro talvez possa estar em você, já ouvi dizer que a culpa é do orçamento já viu um “obra prima” chamada Neon Genesis Evangelion e veja que quando um enredo é bem construido o orçamento pode limitar, porém não será crucial para o resultado final da obra.

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